Vivendo na Montanha Russa

Vendo velhas fotos, lembrando passagens antigas, planejando o futuro, penso no milagre da vida. Vida única. Vida compartilhada. Montanha Russa? Fácil explicar: porque acho que a vida é assim, cheia de vertigens, emoções, altos e baixos. Que pode até andar devagar, enquanto se prepara para acelerar...Com o tempo passei a admirar esse movimento todo e hoje não vivo sem isso que alguns chama de maluquice da vida. Aperte os cintos e bem vindo a bordo !

Sunday, April 08, 2007

CFJ por mim mesmo

Célio Faria Júnior, CFJ. Marido e amigo da Carla; filho do Célio pai e da Sandra (que alguns chamam de dr. Célio e d. Sandra); irmão da Ana; cunhado do Ari. Padrinho da Giovanna, do Pietro, do Sérgio e da Ana, do Emerson e da Nelisa.

Amigos espalhados por aí....Da turma do ginásio em SBO, do colegial no CLQ, da faculdade na Unicamp. Além dos que foram trombando comigo nesses 33 anos, do clube, das ruas, dos locais de trabalho, dos cursos. O pessoal do tênis, do inglês, do espanhol. Desde a época que os "Largado" realmente mereciam o título até hoje em que a maioria está casado e com filhos. Da turma do tênis, das pedaladas pela João Ometo (SBO), do vestibular. Da época de correr 8 kms com o Sérgio ou pedalar 40 kms com o Armelin.

Mudei pra São Paulo achando que iria voltar a morar sozinho e 40 dias depois estava morando com a Carla. Lembro a primeira vez que vi o prédio da Multibrás, no dia da entrevista e achei tudo aquilo de outro mundo para, pouco tempo depois, entrar lá para o meu primeiro dia de expediente. Até hoje quando passo por lá lembro de tudo isso.
Foi lá que entendi o que significava Logística e até hoje a gente se dá super bem.

No dia do meu casamento eu comecei a me arrumar menos de uma hora antes e mesmo assim cheguei 10 minutos antes da noiva, que estava se aprontando desde as 9 da manhã. E olha que nesse meio tempo ainda tive que descer pra pegar o presente do Maurício e atender o Aluízio no telefone.
Tinha gente de todas as fases da minha vida, todos os amigos que fizeram parte da minha existência. Além de quem com certeza estava lá porque eu não poderia esquecer da presença deles ali comigo. A presença da ausência...
Deve ter sido a única vez que ficaram debaixo do mesmo teto o pessoal que conheci em SP -"adulto, profissional" - e os amigos dos tempos de estudante. Será que eles falariam de Célios diferentes?

Pulei Carnaval na roda surreal que se formava no clube. Tão surreal que quando acabou acabaram também os bailes por lá porque perdeu a graça. Tinha também o Baile dos anos 60, do Havaí, sambão de sexta, danceteria de sábado e domigo. Mr Dandy, Café Cancun, Cachaçaria (the best). Nas férias costumava passar mais tempo no clube do que em casa.
Ainda volto sempre para SBO, mas não é a mesma coisa. Ainda bem. Sinal que o tempo passou e as pessoas evoluíram. Só a cidade continua igual, mas isso é outra estória.

1 Comments:

Anonymous Anonymous said...

Bom, comentar o que???
Parabéns pelo amadurecimento nítido! Pelo português impecável!
Pelo modo fácil de expressar, que faz a gente ver suas palavras em uma tela!
Parabéns...
Beijos
Luciana

Wed Apr 11, 12:34:00 PM  

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